sexta-feira, 17 de junho de 2011

Gentileza



"A gentileza é a simpatia em movimento. Em cada gesto, em cada ação, a gentileza está sempre imersa na virtude da bondade. Aquele que é gentil nunca saberá o que são inimigos nem desperdiçará seu tempo e energia com conflitos internos em relação a ninguém. Ser gentil é iluminar o rosto triste de alguém com o ingrediente da esperança e da coragem, como uma lanterna que ilumina o caminho em uma noite escura de inverno."


António Sequeira

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Usina de Belo Monte



Convite para 2ª GRANDE MANIFESTAÇÃO "BRASIL PELAS FLORESTAS" !!! 19 Junho 2011 a partir das 14:30 no MASP

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Um museu sobre… você mesmo

Um museu sobre… você mesmo. Baseado nessa ideia, o novo projeto da Intel permite que você passeie por uma galeria virtual e veja uma exposição sobre a sua vida.
Para dar cabo desse conceito um tanto egocêntrico (e por isso mesmo irresistível), o site pede permissão para acessar seus dados do Facebook; fotos pessoais e imagens de amigos, vídeos, dados geográficos, frases postadas… tudo passa a integrar a curiosa mostra desse centro cultural fictício. 
Se quiser ver como seria a sua vida se ela fosse exibida em um museu, clique aqui. Bom passeio.

Yoga para corredores

Vídeo com dicas de exercícios de Yoga para auxiliar na corrida: (3m09s)
Veja 6 exercícios para correr melhor

domingo, 12 de junho de 2011

Cúrcuma - Açafrão da Terra

Originária da Índia é cultivada em todo o mundo tropical.
Nome científico: Curcuma longa L.
Nome Ayurvédico: Haridra/gauri/turmeric
Nomes populares: açafrão, açafrão-da-índia, açafrão-da-terra, açafroa, açafroeira, açafroeiro-da-índia, batata-amarela, gengibre-amarelo, gengibre-dourada, mangarataia, turmeric.
Principais benefícios:
  • Possui ação expectorante, anti-inflamatória e depurativa do sangue, beneficiando o fígado
  • Elimina os gases e a inflamação intestinal
  • Fortalece o sistema imunológico, prolongando a vida
  • Deve se utilizado diariamente
É um poderoso redutor de kapha. Digere ama (toxina) do organismo.

Usos:
Seu uso é milenar na medicina tradicional da Índia e da China. No Brasil estes rizomas vêm sendo utilizados como tempero de alimentos. Tanto na medicina popular como na fitoterapia científica,  é usada por suas propriedades anti-hepatotóxica, anti-hiperlipidêmica e antiinflamatória, todas reconhecidas internacionalmente.

Os rizomas podem ser usados em estado fresco, na dose de 5 a 15 gramas por dia, como parte da salada de verduras, ou sopa de legumes. Ensaios farmacológicos revelaram uma ação colerética, isto é, estimulante da secreção da bílis, o que justifica seu uso como medicamento para os casos de prisão de ventre habitual
e para auxiliar a digestão e melhorar o apetite; é usada também no tratamento de cálculo biliar, e disfunções hepáticas.

Embora sem justificativa científica, é comum no Nordeste do Brasil a prática caseira de usar pedaços de açafrão para pintar um círculo ao redor dos olhos, ou na garganta, na crença de prevenir a conjuntivite e dor de garganta que podem ocorrer nas crianças acometidas de sarampo. Em outras experiências pôde ser demonstrada a atividade citotóxica para células de linfomas, reduzindo o crescimento de tumores.
Precauções:
Não usar durante a gravidez;
Não usar durante o excesso de Pitta, em manifestações de doenças, como icterícia ou hepatite aguda.

Curiosidades:
Membro da família do gengibre, a cúrcuma é apreciada na Ásia, principalmente na Índia, por seu perfume almiscarado e sua cor dourada.
Geralmente, o pó amarelo encontrado nos mercados da Índia, assim como nos do Brasil, é pó de cúrcuma, que em inglês é denominado turmeric.
Quanto mais escuro o pó, de melhor qualidade é a cúrcuma.
Como corante tradicional para têxteis, sua tintura amarelo-ouro é muito usada, não só na Índia, como em todo o Sudeste Asiático,
O aroma é ligeiramente apimentado e fresco, com um leve perfume de laranja e de gengibre; o gosto, porém, é amargo, picante e adstringente.
Sendo um componente essencial da massala, perfuma numerosos pratos da Ásia do Sul.
Muito usada na cozinha vegetariana indiana, acompanha tradicionalmente as lentilhas.
No Ocidente, é usada nos pratos prontos e nas mostardas aromáticas.
Na Ásia, tem amplo uso medicinal para tratar problemas do fígado e é muito empregada nos cremes e ungüentos dermatológicos.
Na Índia, é reputada como imprescindível para a pele, sendo aplicada como pasta sobre o rosto como máscara de beleza.
A especiaria que confere tonalidade intensa à mostarda e aos pratos com curry, pode ajudar a estabilizar níveis descontrolados de glicose no sangue. Isso porque a raiz do açafrão-da-terra ou cúrcuma (parente do gengibre) é uma das fontes mais concentradas de curcumina – composto antioxidante que previne oscilações glicêmicas, ao menos em animais diabéticos. Ainda não se sabe exatamente como a curcumina age,
mas pesquisadores apontam para algumas possibilidades. A principal dela seria a ação direta no pâncreas, estimulando a liberação de insulina. A curcumina também possui potentes efeitos antioxidantes que ajudariama prevenir doenças cardíacas e males relacionados à hiperglicemia, como doenças renais, lesão nervosa e retinopatias (lesões oculares).
Na Índia e em outros países o açafrão-da-terra há muito é usado para tratar dores de estômago,inflamações, artrites e entorses. Essa planta também está sendo estudada como especiaria anticancerígena.
Estudo de populações revelaram redução drástica da incidênciade câncer de cólon em indivíduos cuja alimentação é rica em curcumina.
Testes realizados em tubos de ensaio mostraram que a curcumina
provocou a morte de células cervicais cancerosas e bloqueou mutações celulares novas.
Mais recentemente, pesquisadores começaram a observar se a curcumina ajudaria a evitar a doença de Alzheimer.
Na Índia, onde é um ingrediente quase onipresente nos pratos típicos, há uma incidência muito baixa desse distúrbio.
Em estudos com animais reduziu a formação de amilóide, proteína encontrada em quantidade excessiva no cérebro de portadores da doença de Alzheimer.
Embora as descobertas sejam promissoras, a curcumina ainda não foi estudadampara fins de tratamento e prevenção dessa doença em humanos.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Matthieu Richard, sobre os hábitos da felicidade

O que é a felicidade e como podemos conquistá-la? Matthieu Ricard, bioquímico que se tornou monge Budista, afirma que podemos treinar nossa mente nos hábitos do bem-estar para gerar um verdadeiro sentimento de serenidade e realização.




About Matthieu Ricard
Sometimes called the "happiest man in the world," Matthieu Ricard is a Buddhist monk, author and photographer. Full bio and more links

terça-feira, 7 de junho de 2011

OS BENEFÍCIOS DA INGESTÃO DE PIMENTA


     Apesar de trazer consigo alguns mitos, como, por exemplo, o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas, a pimenta, condimento de sabor picante, oferece numerosos benefícios, que estão sendo investigados pela comunidade científica e farmacêutica.
     Segundo pesquisas, é justamente a substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido que possui as propriedades benéficas à saúde. No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. Na pimenta vermelha, é a capsaicina.
     As substâncias capsaicina e piperina ardem, mas são estudadas pelas propriedades antidor que possuem, pois elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas - analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica.
     Quando se ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a boca estaria pegando fogo. Tal informação gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: a pessoa começa a salivar, a face transpira e o nariz fica úmido, tudo isso no intuito de provocar frescor. Além disso, o cérebro inicia a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida, e quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca a pessoa sente.
     As substâncias picantes das pimentas (capsaicina e piperina) também melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago; possuem efeito carminativo (anti-flatulência); estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente.
     Além de tudo isso, existem cada vez mais estudos demonstrando a potente ação antioxidante (anti-envelhecimento) da capsaicina e piperina, bem como suas potentes propriedades antiinflamatórias. A pimenta possui até mesmo propriedades anti-câncer. Pesquisas mostram que a capsaicina da pimenta vermelha é mais do que um simples tempero: ela faz com que células tumorais cometam suicídio!

O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO PARA APIMENTAR A SUA VIDA?
     A pimenta-do-reino preta possui uma fragrância intensa, frutada, com tonalidades amadeiradas e cítricas. O paladar é picante e quente, com um gosto penetrante. Já a pimenta branca é menos aromática, podendo apresentar tonalidades de musgo. O paladar é tão picante quanto o da pimenta preta. Tirando o picante, não sobra nenhuma outra característica de paladar. A pimenta não é doce, nem salgada. Porém, quando utilizada em quantidades moderadas e balanceadas, tende a realçar o sabor dos alimentos e de outros temperos. Você pode até experimentar comer frutas temperadas com pimenta-do-reino! Experimente combiná-la com outros temperos, como manjericão, cardamomo, canela, cravo, coco, coentro, alho, gengibre, noz-moscada, salsinha, alecrim, tomilho, açafrão... ela combina com quase todos os tipos de comida. Mas lembre-se: utilize-a sempre de maneira moderada, pois é muito picante!
     A pimenta malagueta, a pimenta dedo-de-moça, assim como outras variedades de cores diferentes, mas de formato similar, podem variar muito no grau de ardência na boca. Podem ser consumidas frescas ou secas e moídas. Constituem excelentes fontes de vitaminas A e C, e também combinam com praticamente tudo.

Fonte: FELDMAN, Alexandre. Pimenta: um tempero saudável e antienxaqueca!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Doçura

“No fundo de  toda e qualquer situação há sempre algo bom. Requer apenas um pouco de paciência para olhar e encontrar. Quando conseguimos entender o segredo por trás do que está acontecendo, naturalmente experimentamos doçura em nossas vidas. Seja o que aconteça ao longo do dia, deveríamos ser capazes de ver o lado bom nisso. Mesmo que eu não consiga descobrir algo de bom naquele exato momento, eu não devo desistir da fé de que as coisas acontecem visando o melhor. Doçura é a capacidade de ver o que há de bom em tudo.”
Fonte: Brahma Kumaris

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Explicando o Iron

Autor: Maximilian F. Leisner

Sempre tem alguém que pergunta: "Como é fazer um Ironman?". Pois bem, baseado nas experiências de alguns colegas, e em minhas próprias desventuras, acho que "fazer um Iron" é mais ou menos assim:

Você tira alguns dias de folga, e vai para Florianópolis com a família na última semana de Maio. Aí, quando chegar o sábado, você acorda lá pelas quatro e meia (da madrugada, não da tarde), e da uma espiada pela janela. Lá fora, faz bastante frio, e venta um pouco. Um pouco demais. Então, ao invés de voltar para a cama como qualquer pessoal normal, você toma café, enfia-se (literalmente) em uma roupa de borracha, veste uma touca colorida, e pendura no pescoço uns óculos engraçados. Finalmente, apesar do frio, do vento, e principalmente da total ausência de sol, você vai à praia, trajado feito uma formiga em dia de carnaval.

Lá chegando, você é conduzido, junto com mil e poucos outros desequilibrados que também acordaram de madrugada, e estão usando a mesma fantasia ridícula, até uma espécie de "curralzinho" na beira da praia, onde fica aguardando um sinal para sair correndo. E quando o sinal chega, você realmente sai correndo, só que não de volta para cama, como seria de se esperar, mas para dentro d'água. Que diga-se de passagem, está muito gelada. A partir daí, se você sobreviver aos primeiros dez minutos sem ser mutilado pela avalanche humana que invade o mar, resta continuar nadando mais uns 3,5 km - sem parar, para não ser afogado pelos que vem atrás, e principalmente para não congelar.

Quando, e se, você chegar na areia, o primeiro pensamento é correr de volta para cama. Mas, antes que seja isto seja possível, meia dúzia de lutadores de jiu-jitsu lhe jogam no chão, arrancam sua roupa de borracha, sua touca, e seus óculos (e não raro sua sunga ou maiô). O único caminho, então, é pegar outra muda de roupas em uma tenda branca, parecida com aquela das Mil e Uma Noites, e seguir em frente. Você entra na tal tenda de sunga, e sai do outro lado feito o Aladim, vestindo um turbante de plástico, uns sapatinhos engraçados com salto no meio, e umas roupinhas coloridas. Só que para percorrer os próximos 180 km, ao invés de tapete mágico, há somente bicicletas. Portanto, assim que você consegue achar a sua, no meio das mil e tantas outras estacionadas do lado de fora da Tenda Mágica, é hora sair para um passeio pela "Ilha da Magia". Você passeia e sorri para o público que lhe aplaude, passeia mais um pouco e sorri para o pessoal que fica preso nos engarrafamentos causados pelos mil ciclistas invadindo o centro da cidade, continua passeando e sorri até para os competidores que lhe deixam para trás. E aí você passeia mais um montão, e quando chega no lugar de onde saiu, percebe, para seu absoluto desespero, que é necessário dar mais uma volta. E então, talvez por causa da dor nas pernas e nas costas, e da assadura na virilha, você sente que embora o cenário seja o mesmo, o seu humor vai ficando bem diferente, e passa a ignorar o público, xingar os motoristas que estão no engarrafamento, e mostrar o dedão para os competidores que lhe ultrapassam.

Finalmente, como não há mal que sempre dure, você chega novamente ao local de partida. Desta vez, você desce da bicicleta, obcecado por voltar à cama, mas antes que possa fazer meia volta e fugir daquele inferno, os simpáticos voluntários lhe indicam um outro corredorzinho, que leva, adivinhem.... novamente para a Tenda Mágica.

E aí os seus problemas, que você achava que tinham acabado, realmente começam. Já sem a bicicleta, diante do corredor, o seu cérebro diz "em frente". Ato contínuo, sua perna esquerda vai para a direita, sua perna direita vem para a esquerda, e seu corpo balança para o lado que o vento está soprando. Amparado pelos voluntários você recupera o equilíbrio e, feito um filhote de girafa recém nascido em busca da mãe, começa a percorrer o caminho que leva de volta à tenda, sob os calorosos aplausos e fervorosas orações dos espectadores.

Dentro da tenda mágica, novamente uma transformação. Entra o filhote de girafa, sai o Homo Meio Erectus, (achando que está) pronto para um jogging de 42 km pelas redondezas. A respeito desta corridinha, acho que é suficiente dizer que, durante a mesma, ateus convertem-se em crentes, crentes viram agnósticos, católicos abraçam muçulmanos, muçulmanos rezam para a Virgem Maria, e todos os anjos e santos deste planeta, e de outros próximos, são mobilizados.

Eventualmente, e a despeito de tudo o que conspirou para que isso não acontecesse, praticamente todos cruzam a linha de chegada. Uns bem, outros mal, e muitos bem mal. Mas todos, sem exceção, realizados. É isso mesmo: realizados!

Por quê?
Sinto muito, o título lá em cima diz claramente: "Explicando o Iron" e isso eu já fiz.
"Entendendo o Iron" é coisa para Freud, Jung e seus comparsas.

terça-feira, 31 de maio de 2011

IM 2011: Vencendo barreiras

Entre os dois mil participantes do Ironman, em Florianópolis, um exemplo de que não há limites quando a força de vontade e a cumplicidade são maiores que as limitações.

Meu primeiro Ironman...

Completei meu primeiro IM em 13:10:48!!!

“O mundo e a vida estão se movendo através do único princípio de esforços e realizações. Somos responsáveis pelo que somos hoje, não podemos culpar ninguém. Não temos inimigos. Aqueles que apontam nossos erros são nossos amigos verdadeiros. Eles estão dando dicas para a nossa jornada futura. Quanto mais receptivos nos tornamos, mais ajudamos a elevar as pessoas. Quanto mais humanos nos tornamos, mais pessoas vêm até nós.
BK Surendran, The unseen chaos, pathos and mythos, The World Renewal, November 2003

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