quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Transformando sua geladeira em um sofá

Que tal transformar um velho refrigerador em um sofá estiloso e retrô?

O designer canadense Adrian Johnson reutiliza refrigeradores e bancos de carros para criar sofás únicos e divertidos. No modelo da foto acima ele utilizou uma geladeira de 1980 para ser a estrutura do sofá e para o estofado ele utilizou um banco traseiro de um BWM 535i de 1988. Criativo né?

São diversos modelos um mais bacana que o outro e a cada versão o designer inova em algum ponto, os novos modelos por exemplo já vem com um som embutido com suporte para o IPOD.



Muito bacana!! Uma aula de reaproveitamento e inovação.

Mais:  Fridge Couch 

Via: Inhabitat / Trendhunter

Vitória



“Muitas situações contrastantes virão até você: felicidade e tristeza, vitória e derrota, louvor e difamação. Porém, permaneça calmo e estável. Não fique chateado quando alguém insulta você ou feliz apenas quando alguém o elogia. Seja vitorioso sobre todos esses aspectos. Permaneça feliz diante de todas as circunstâncias e situações. Verdade e simplicidade o tornam vitorioso. Mantenha sua própria verdade para não ser influenciado pela negatividade dos outros. Deixe que os outros sejam influenciados e transformados por sua verdade.”

– Dadi Chandramani


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Entrevista com Sérgio Cordeiro

 

O triatleta de longas distâncias, Sérgio Cordeiro, de 56 anos, dará início dia 14 de novembro, no México, a mais uma de suas ideias "insanas": fazer 20 provas de Ironman em 28 dias



Como funciona a mecânica desta prova? 20 Ironmans em 28 dias. É isso mesmo?
Sim, pois em 2010, que é ano par, a prova é realizada com as modalidades em sua totalidade, sendo: 76km natação - 3600km ciclismo - 844km corrida. Já no ano ímpar, 2011 por exemplo, será um Ironman por dia, 20 vezes (20 dias).

Quantos atletas se habilitaram a enfrentar este desafio contigo?

Até o momento somos 15.

Como será sua programação nutricional para o deafio?
Na verdade não será muito diferente de meu dia-a-dia do treinamento. A maior dificuldade é que serão 40 dias num país com hábitos alimentares bem diferentes. O que pretendo fazer na prova é através da suplementação alimentar suprir essas dificuldades, pois minha grande vantagem é que, como  minhas dificuldades me ensinaram, faço com o que posso ter. 
   
Como foi seu treinamento? Quais os maiores treinos realizados?
 Por incrível que pareça, a distância da competição não é o maior obstáculo.  Mas sim o entorno da longa duração, onde cada modalidade tem que ser realizada de maneira 100% correta: ou seja, nadar, pedalar e correr o mais confortavel possível; e o trabalho de hidratação, alimentação, devem ser sempre com a filosofia de não repor, e sim deixar o seu corpo sempre abastecido de todos os componentes para o consumo durante a atividade.  A longa distância tem como grande ensinamento, você aprender a se conhecer, e afirmo que ese é o grande segredo do vencedor.
Quanto aos treinos: Na verdade, no ano passado, quando o organizador da prova me enviou a mensagem informando sobre o Double Deca, em novembro de 2009, meus treinamentos não mais pararam, o que quero dizer que teria que somar todos os treinos até agora.  O que quero dizer é que não paro nunca, treinos que viram  noites, é o dia inteiro nadando, pedalando, correndo.  Já fiz por exemplo sessões de dois, três dias direto de natação, ciclismo e corrida. Um dia nadei toda a manhã 5.000mts; almocei, e voltei à tarde para nadar mais 5.000mts; voltei à noite e nadei mais 2.000mts. No dia seguinte nadei 8.000 mts direto. No ciclismo foram três dias de 250km, 350km e 450km. Na corrida foram séries de 60km, 80km, 120km.
 Eu quero vencer!, cm muita consciência do que posso e devo fazer.  Eu treinei muito para isto. A grande e maior diferença é que vivo e curto tudo isso intensamente, sem me agredir, sem obseção.          

É o maior desafio de sua carreira?
Sim, pelo que sei é a maior prova de performance individual do mundo. Para quem acha que é uma prova de resistência, vá lá e pague pra ver. Meu Deus, os dez dias de Deca Ironman que eu já fiz que o digam! Aliás, estou em busca de quem queira estar lá comingo durante os 40 dias.   Está feito o convite!

 Fonte: 3Zone

Bichos também se emocionam

O cérebro dos animais mamíferos não é tão diferente em relação ao dos humanos. Aceitar isto é um desafio atual




EM ATIVIDADES DE ZOOTERAPIA, os bichos apresentam a fluência comportamental. Sentimentos mais harmônicos e sutis em relação aos seres humanos

Fortaleza. Os animais não são máquinas insensíveis, movidas a estímulos como preconizou o filósofo Descartes. São seres com sentimentos, inteligência, memória, sujeitos a sofrimentos físicos e psíquicos. Assim defende a médica veterinária da Universidade de São Paulo (USP), Irvênia Luiza de Santis Prada, autoridade mundial na comunidade científica na área de Neuroanatomia Animal.

Ela afirma que, desde a década de 60, já está superado o pensamento que limita a capacidade dos bichos. Em recente palestra sobre as emoções dos animais, proferida durante o II Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-Estar Animal, ela mostrou que espécies que vivem estressadas, presas ou maltratadas, acabam desenvolvendo males orgânicos. Estes podem se manifestar na pele, ou na forma de diarreias e úlceras, numa espécie de somatização. As chamadas doenças somatizadas não são "privilégio" dos humanos.

Ela contextualiza que a ciência sabe da manifestação da vida. E toda matéria viva é sensível a estímulos do ambiente. Todo ser vivo existe por meio do circuito estímulo-processamento-resposta. No caso dos animais, sejam humanos ou não, o processo prevê dois componentes, um subjetivo e outro objetivo. São as sensações e as emoções, respectivamente. No processamento, há o sentir. Já a resposta fica no âmbito das emoções. É quando o indivíduo, humano ou não, põe para fora o que sentiu a partir do estímulo recebido. Vale lembrar que a palavra emoção deriva do ex (para fora) e do moção (movimento).

"O animal percebe alguns estímulos no ambiente, que entram no seu organismo e vai até o cérebro. Ao processar, tem a sensação. Ao colocar para fora o que está sentindo, expressa a emoção. Por meio de sinais fisiológicos ou do comportamento, demonstra o que está sentindo. Daí compreendermos que a emoção é uma experiência objetiva e sensação, uma experiência subjetiva", explica ela. Isto coloca desafios para as áreas da ciência e todas as atividades humanas que são relacionadas aos animais.

Cérebro trino

Com base nos estudos do pesquisador Mac Lean, a veterinária aponta que se pode identificar a existência do chamado cérebro trino no ser humano, que equivale a três cérebros, cada um correspondente a uma etapa evolutiva diferenciada e fundamental. A mesma estrutura observa-se em alguns mamíferos. Na parte mais profunda, há o Complexo Reptiliano, com funções neurais básicas relativas à reprodução e auto-preservação, regulação cardiovascular e respiratória, comportamento agressivo, demarcação territorial, entre outras. Nos peixes, anfíbios e répteis, é praticamente esse encéfalo o existente.

Na segunda parte do encéfalo, ainda considerando Mac Lean, a pesquisadora aponta o Sistema Límbico, correspondente a estruturas relacionadas à expressão de comportamento acompanhados de emoção. São as emoções primárias básicas, relativas aos comportamentos de auto-preservação e perpetuação da espécie, manifestados por medo, raiva, prazer e outros. Irvênia Prada mostra que o Sistema Límbico circunda o complexo reptiliano e mostra-se bem em todos os animais mamíferos. Por fim, envolvendo as duas primeiras partes, vem o Neocortéx, um complexo de diferentes funções, tornando-se progressivamente mais desenvolvido nos mamíferos mais evoluídos como o ser humano, chipanzés e golfinhos.

No Neocórtex se observam regiões chamadas lobos: fontal, relacionado à deliberação e regulação de ações e comportamentos; pariental, responsável pelo intercâmbio de informações com o restante do corpo; temporal, ligado à noção espacial e algumas funções associativas complexas, como memória; e occipital, relacionado à visão. Segundo Irvênia Prada, a diferença entre os cérebros dos seres humanos e dos demais animais mamíferos dá-se mais em termos de proporção entre as partes. "Em todos os mamíferos, a organização do cérebro é a mesma do ser humano. O cérebro inicial tem uma representação avantajada, o córtex sensório-motor também, mas a área pré-frontal é menos desenvolvida e varia de dimensão nas diversas espécies animais. Nos primatas e golfinhos, ela já se mostra bem desenvolvida".

Ela explica que, na expressão do comportamento, por meio do Sistema Nervoso Autônomo (SNA), há dois aspectos: a fluência e a disfluência comportamental. Na primeira, os animais exteriorizam atitudes mais harmônicas, como se observa nas atividades de zooterapia com cavalos e cães entre crianças e idosos ou o cão-guia acompanhando cegos. Na disfluência, os bichos expressão profundo mal-estar. Organicamente apresentam respiração acelerada, músculos tensos, pupilas dilatadas, secreções de hormônios do estresse como adrenalina e cortisol, além de picos de pressão arterial. Assim são as cenas de animais brigando ou sendo maltratados em vaquejadas, rodeios ou outras situações comprometedores do seu bem-estar. Na disfluência comportamental, estão em ação estruturas do Sistema Límbico. Já nos momentos de fluência, que requerem atitudes mais elaboradas, até sutis, entra em ação os circuitos do Neocórtex.

Assim como os seres humanos, os bichos também ficam sujeitos a distúrbios mentais que são somatizados no corpo. Ela cita o caso de uma cadela que atuou no Iraque como farejadora de bombas. Após três anos de trabalho, o animal expressou transtornos pós-traumáticos, semelhantes ao verificados nos humanos.

"A visão cartesiana está ultrapassada. Coloca-se um desafio para os cientistas, a sociedade, todo mundo que trabalha com espetáculos para diversão humana, pesquisas em laboratório, das pessoas que trabalham com produtos alimentícios de origem animal. Devemos enxergar o animal como um ser que sofre. Não precisamos perguntar se eles têm cérebro, se têm consciência. Basta perguntar se eles sofrem. Isto já é um forte indício de que o ser humano tem que mudar sua atitude em relação aos animais. Eles sofrem, não só fisicamente, nas lesões orgânicas. Sofrem transtornos mentais também".

Inteligência
"Os animais são seres inteligentes e com sentimentos"
Irvênia Prada
Médica Veterinária
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=842482

Lobos cerebrais
4 áreas compõem o encéfalo nos mamíferos. São os lobos cerebrais frontal, pariental, occipital e temporal. O encéfalo é formado pelo cérebro, o cerebelo e o tronco encefálico


Fonte: Diário do Nordeste - http://bit.ly/boYX6C

Treinamento Mental: Monólogo Interno


Monólogo interno
É  uma conversa interna consigo mesmo, objetivando modificar estados emocionais presentes: “o monólogo interno vai desde experiências encobertas, silenciosas, até vocalizações com voz baixa, expressões treinadas para mobilizar o potencial psicofísico do atleta”.

 Alguns autores afirmam que sujeitos que apresentam problemas emocionais, passam 50% de seu tempo repetindo uma fala interna negativa e que nesses casos é necessária a modificação dessa fala silenciosa e não uma simples adição de palavras positivas.




Efeitos do Monólogo interno:
  • Bloqueio dos pensamentos negativos;
  • Aumento do número de pensamentos positivos;
  • Aumento da confiança;
  • Modulação da ativação;
  • Melhora das condições para tomada de decisão;
  • Aumento da motivação;
O monólogo interno focado no aumento da motivação é caracterizado por pensamentos de auto-afirmação, auto-instrução ou pela mentalização positiva do movimento que envolve a ação. Por exemplo, em uma situação de pênalti no futebol, tanto o batedor, quanto o goleiro, devem mentalizar pensamentos de sucesso na definição da jogada. Isso acarretará num incremento de motivação aumentando a chance de êxito.

Quanto à duração e freqüência das sessões, é muito importante a total consciência do atleta, pois o monólogo interno é praticado individualmente, e portanto, cada atleta aprende a usá-la e controlá-la quando necessário.


O que me motivou a escrever sobre esse assunto foi durante a Ultramaratona Bertioga - Maresias (75Km ) realizada no último sábado, onde tive a oportunidade de presenciar padrões comportamentais extremos causados - acredito eu - principalmente pela falta de um profundo monólogo interno.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Banksy Graffiti Artist

Graffiti done by Banksy around the world.
The song is "Women With the Tattooed Hands" - Atmosphere


Abertura de Simpsons assinada por Banksy protesta contra o trabalho escravo

A famosa introdução de “Os Simpsons” sempre trás um final diferente e divertido e no último dia 10 de outubro nos EUA foi exibida uma versão super interessante e polêmica.

Assinada por Bansky, um fenomenal artista que surgiu no underground londrino, a introdução mostra trabalhadores orientais e crianças produzindo bonecos e dvds de Os Simpsons em condições de escravidão.
Assista a introdução abaixo



Este problema também existe no Brasil e como já relatado aqui no blog no artigo: “Escravidão é flagrada em oficina de costura ligada à Marisa”.

Consumo consciente já!
Fonte: Coletivo Verde

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

The Survivors Solo

Sábado é dia de prova grande: Maratona de Revezamento Bertioga – Maresias. São 75K percorridos no litoral sul de São Paulo em um percurso que leva do mar à floresta. Beleza é, sem dúvida, um ingrediente importante nessa corrida, mas disposição, preparo e companheirismo também são essenciais para a fórmula dar certo.


PROGRAMAÇÃO OFICIAL
Entrega de Kits
22/10- Sexta-feira
Local: ao lado do Forte perto da balsa (Bertioga)
16h - Início da entrega de kits.
19h - Término da entrega de kits.

23/10 - Sábado
Local: Forte de Bertioga (ao lado da balsa)
7:00h - Largada The Survivors Solo
7:15h - Largada dos Trios
7:30h - Largada dos Aberta
08h - Largada do Força Livre
Chegada em Maresias

Carro de Apoio

Realização
Cia. de Eventos

e-mail: cia@ciadeeventos.com.br
Tels.: (11) 2577-8855 (11) 2577-8855 / 5585-3241

O que dá para fazer reutilizando sacolas plásticas

O uso racional das sacolas plásticas de supermercado está se tornando um assunto cada vez mais recorrente. Alguns mercados já usam um tipo especial de plástico que se dissolve rapidamente numa tentativa de amenizar o problema, já que as pessoas ainda são resistentes à idéia de usar sacolas retornáveis em suas idas às compras. A dica de hoje do Etsy Labs, é justamente para dar um destino final melhor à essas sacolinhas todas que estão lotando suas gavetas e seus puxa-sacos na dispensa. Vamos fundí-las e transformá-las num superfície resistente para fazer com ela uma eco-bag para ir à praia ou até mesmo ao mercado.
Você vai precisar de:
◦Muitas sacolinhas plásticas
◦Tesoura
◦Papel pergaminho ou papel tipo ofício
◦Ferro e um superfície para passar





Alise bem sua sacola e corte o fundo.





 



Corte também as alças da sacolinha. Assim você abre num retângulo um pouco maior. Repita isso com várias sacolas.



 



Alise novamente a sacola e vire do avesso para que o lado com a pintura fique para dentro. Quando a sacola for aquecida, a tinta descola e faz a maior melequeira.



 


Os melhores resultados são obtidos usando no mínimo 6 camadas de plástico, então sobreponha pelo menos 3 sacolas. Coloque seu sanduíche de sacolas entre duas folhas de papel pergaminho.



 


Passe o ferro por todo o papel em temperatura bem quente. Use movimentos contínuos e não esqueça das bordas. Esse processo não demora. Depois de uns 15 segundos vire cuidadosamente o sanduíche e passe o ferro do outro lado da mesma maneira



Levante uma aba do papel pergaminho e veja se o plástico está se fundindo. Se necessário passe o ferro mais um pouco. Deve estar parecendo como uma única folha de plástico, mas cuidado ao tocar pois ainda estará quente.


 



Quando estiver tudo colado, retire o papel pergaminho com cuidado. A sua base de trabalho está pronta. Com esse material você pode fazer uma porção de coisas, como eco-bags, carteiras, almofadas, tapetinhos de cozinha, capa para notebook e o que mais quiser.



Caso você tenha uma sacola com algum desenho interessante que você queira preservar, a dica é fazer o sanduíche colocando junto com o desenho sacolas lisas, uma por cima e as outras todas por baixo. Você também pode fundir o material em quadradinhos pequenos dobrando a mesma sacolinha várias vezes, e depois fazer uma espécie de patchwork de plástico. O importante agora é fundir material suficiente para o que você quer criar.
Fonte: Etsy Labs Archive

Prático e Seguro



Via Slow Switch. Mais infos aqui.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A cafeína na atividade física

Não é de hoje que a utilização da cafeína como recurso ergogênico nutricional previamente à atividade física é explorada, particularmente, pelos praticantes de exercícios prolongados. Muitas pesquisas indicam que ela favorece alterações metabólicas e fisiológicas que culminam na melhora da performance atlética. Tanto que, neste ano, a ANVISA regulamentou sua venda como suplemento nutricional para atletas.

Com relação à força muscular, pesquisas recentes apontam um aumento da força acompanhado de uma maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Todavia, o foco principal da sua utilização são os exercícios de longa duração.

Neste tipo de atividade, a cafeína promove uma melhoria na eficiência metabólica dos sistemas energéticos durante o esforço, com maior utilização de gordura como fonte de energia e, consequentemente, menor oxidação do glicogênio, favorecendo o retardo da fadiga muscular, visto que a depleção de carboidratos é um fator limitante para o desempenho físico. Essa ação da cafeína, decorrente de sua interação com os receptores de adenosina, promove diminuição da percepção do esforço.

Além disso, foi observado in vitro que a cafeína favorece uma maior eficiência no processo de contração muscular, na medida em que torna o cálcio mais disponível para este processo, sendo que as fibras musculares do tipo I, mais demandadas nas atividades de longa duração, são mais sensíveis a esta ação do que as fibras musculares do tipo II (de contração rápida).

A cafeína pode induzir a um efeito diurético, em decorrência do aumento dos níveis circulantes de catecolaminas. Todavia, este efeito foi observado apenas com a utilização de mega-doses. Logo, nas dosagens de 3 a 6mg por kg de peso corporal, em que se verificam seus efeitos ergogênicos, não se constatou o comprometimento do estado de hidratação corporal, o que também poderia afetar negativamente o desempenho físico.

É importante ressaltar que, para que você desfrute dos benefícios desta metilxantina, sua dieta deve ser adequada as suas necessidades. Além disso, fatores como aptidão física, habituação à cafeína e tipo de atividade física devem ser considerados na definição da dosagem de cafeína a ser utilizada.

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