A atmosfera terrestre é uma camada natural de gases que envolvem a Terra.
Esta camada permite que as radiações solares atinjam a superfície e mantenha a temperatura média da Terra em 15ºC, uma das principais condições para a existência de vida no planeta.
No entanto, a Terra só atinge esta temperatura média devido ao fenômeno natural do efeito estufa, no qual parte da radiação solar que penetra no Planeta fica retida em forma de calor. O restante é refletido e retorna ao espaço.
O nitrogênio e o oxigênio são os principais gases que compõem a atmosfera. Mas há outros em menor porção como o dióxido de carbono (CO2), o ozônio (O3), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O), juntamente com o vapor d’água (H2O).
Esses gases, presentes em menor quantidade, são conhecidos como gases de efeito estufa, porque exercem a função do vidro de uma estufa, permitindo a passagem da radiação solar, mas evitando a liberação da radiação infravermelha emitida pela Terra.
As atividades realizadas pelo homem, juntamente com as emissões naturais do planeta, provocam um adicional de emissão de gases de efeito estufa – GEE.
O tipo de desenvolvimento econômico e social iniciado pela Revolução Industrial contribuiu ao longo dos anos para o aumento da concentração desses gases na atmosfera. A conseqüência disso é o aumento da capacidade de absorção de energia pela atmosfera, que resulta no aquecimento global do planeta.
Com o aumento da temperatura média do planeta, diversos efeitos climáticos naturais são intensificados, como o acréscimo da ocorrência de furacões e o aumento do nível do mar. O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC na sigla em inglês) divulgou em seu último relatório, em 2007, que há 90% de certeza científica de que o aquecimento global é causado pelas ações humanas. O relatório do IPCC é uma compilação de relatórios produzidos por cientistas de diversos países e publicados em renomadas revistas científicas.
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