sexta-feira, 13 de julho de 2012

Miracle



“If we could see the miracle of a single flower, our whole lives would change.” 









Siddhārtha Gautama

domingo, 20 de maio de 2012

Apenas duas palavras

Havia um certo Monastério Soto Zen que era muito rígido. Seguindo um estrito voto de silêncio, a ninguém era permitido falar. Mas havia uma pequena exceção a esta regra: acada 10 anos os monges tinham permissão de falar apenas duas palavras.

Após passar seus primeiros dez anos no Monastério, um jovem monge foi permitido ir ao monge Superior."Passaram -se dez anos," disse o monge Superior. "Quais são as duas palavras que você gostaria de dizer?""Cama dura..." disse o jovem. "Entendo..." replicou o monge Superior.

Dez anos depois, o monge retornou à sala do monge Superior."Passaram -se mais dez anos," disse o Superior. "Quais são as duas palavras que você gostaria de dizer?""Comida r uim..." disse o monge. "Entendo..." replicou o Superior.

Mais dez anos se foram e o monge uma vez mais encontrou-se com o seu Superior, que perguntou: "Quais são as duas palavras que você gostaria de dizer, após mais estes dez anos?" "Eu desisto!" disse o monge. "Bem, eu entendo o porquê," replicou, cáustico, o monge Superior. "Tudo o que você sempre fez foi reclamar!"

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Einstein

“Um ser humano é parte de um todo chamado por nós de “Universo”, é uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele experiencia a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos, como alguma coisa separada do resto ─ uma espécie de ilusão de ótica de sua consciência. Essa ilusão é uma forma de prisão para nós, restringindo-nos aos nossos desejos pessoais e à afeição por umas poucas pessoas próximas. Nossa tarefa deve ser a de nos libertarmos dessa prisão alargando nossos círculos de compaixão para envolver todas as criaturas vivas e o todo da natureza em sua beleza.”
Albert Einstein, “Ideas and Opinions” , 1954, 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

“Dinheiro é ilusão”



 Desde 2000, quando abandonou os últimos 30 dólares que tinha na carteira, o norte-americano Daniel Suelo vive em uma região inóspita de Moab, Utah (EUA). Em 2009, Mark Sundeen, que conhecia Daniel antes de ele desistir completamente do dinheiro, começou a escrever a história desse ermitão, que recentemente virou o livro The Man Who Quit Money (US$ 10; amazon.com). 

À semelhança do poeta, filósofo e naturalista norte-americano Henry Thoreau (1817-1862), autor do grande ensaio Desobediência Civil, Daniel vive completamente fora do sistema: mora numa caverna e se alimenta de comida que seria desperdiçada ou que é doada. Ele não aceita a ideia da soberania econômica sobre nossas vidas e, dessa forma, se tornou uma prova concreta de que não é preciso um centavo para sobreviver. “Em qualquer lugar onde eu esteja, me sinto em casa”, diz. “Minha filosofia é usar apenas o que é dado ou descartado.” Daniel, que tem um blog e o atualiza sempre que possível, não acredita que o dinheiro seja um mal, mas uma ilusão
Fonte: Go Outside

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